Jornal Sobloco Informa nº 179

Sobloco Informa
Março 2012 – Ano 36 – nº 179

Mercado

Uma indústria atuanete
Uma análise do mercado imobiliário por João Crestana, ex-presidente do Secovi-SP

 Sustentabilidade

Por uma cidade mais sustentável
O desenvolvimento sustentável é o maior desafio hoje, levando-se em conta que mais de 50% da população mundial vive em áreas urbanas. Para dar diretrizes ao poder público, às empresas da construção e aos próprios cidadãos, a Fundação Dom Cabral desenvolveu, em parceria com o Secovi-SP, um estudo inédito: a Pesquisa de Indicadores de Sustentabilidade no Desenvolvimento Imobiliário Urbano. 

 Notícias

• A Riviera recebe grandes tenistas internacionais
• A Sobloco plantou mais de mil novas árvores no Espaço Cerâmica
• Em implantação, uma praça de 14 mil m2 no Espaço Cerâmica
• A Sobloco entrega o Edifício Tradition, no Brooklin

Editorial

Áreas urbanas e áreas rurais em nosso novo Código Florestal
É imperiosa a necessidade de legislações próprias e diferenciadas entre as áreas rurais e as áreas urbanas nos projetos de loteamentos, assim como sua distinção em nosso novo Código Florestal.

Nos trabalhos voltados para a moderna urbanização, seja ela a realização de uma cidade propriamente dotada, seja a parcial transformação de área deteriorada, o urbanista de nossos dias tem diante de si um desafio inicial que se lhe impõe: a área a ser trabalhada, na maioria dos casos, está em processo de transformação em sua ocupação, de rural para urbana. Uma transformação que se apresenta inexorável, exigindo a atenção e o respeito a outros dois fatores voltados aos relacionamentos humanos: o econômico e o social. A implantação de áreas urbanizadas se distingue assim fundamentalmente dos conceitos que atribuímos às áreas rurais. Aí se evidencia a questão da sustentabilidade.

Lamentavelmente, entretanto, nossos legisladores ignoraram essa realidade, quando se ocuparam do novo Código Florestal.

Dentro de uma rigidez sem fundamento algum, inclusive porque se voltaram para o que representa 0,5% (meio por cento) do território brasileiro e que acolhe mais de 80% de nossa população, decidiram restringir de forma não justificada o uso e ocupação de áreas preciosas nos seios das nossas cidades que, uma vez propriamente tratadas, estariam aptas a oferecer ainda maiores benefícios à sociedade.

Precisamos discutir a sustentabilidade com equilíbrio, desprovidos de pressões políticas e que não venham impor restrições não condizentes e irremediáveis nas intervenções em áreas de nossas cidades.

 


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