As belezas e delícias do Brooklin


São Paulo é uma diversidade de etnias, culturas e estilos, acolhendo pessoas de todo o Brasil e de mais de 70 nacionalidades diferentes. As opções culturais da metrópole podem ser conferidas em cerca de 280 salas de cinema, 180 teatros, 90 centros culturais e 110 museus. Na gastronomia, a cidade reúne mais de 12,5 mil restaurantes, que contam com 50 tipos de cozinha de todas as partes do mundo. E ainda oferece tudo o que se possa imaginar para ser comprado em quase 80 shoppings e inúmeras ruas de comércio especializado.

Alguns bairros se destacam por abrigar, ao mesmo tempo, trabalho, lazer e serviços. A região da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Brooklin, na zona sudoeste da cidade, concentra um polo comercial diversificado, edifícios de arquitetura imponente, uma moderna estação de trem além de ampla rede de hotéis e restaurantes. Hoje considerado nobre, o local era até o fim dos anos 1960 uma várzea pantanosa, tendo sido consolidado em meados dos anos 1980 pelas grandes empresas que se instalaram ali.

 

Centro de compras

Próximo à avenida está a Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, cartão postal de São Paulo, com iluminação de combinações cromáticas que realçam suas linhas futuristas e todo ano recebe decoração primorosa no Natal. Há ainda três grandes shoppings: o D&D, um dos maiores centros de decoração e design da América Latina; e os shoppings Morumbi e Market Place, que, juntos, contam com mais de 600 lojas.

Gastronomia

A gastronomia oferecida na região é diversificada, contando com excelentes opções.  Uma delas é o restaurante Badebec, eleito pela Revista Época o melhor buffet de São Paulo. A boa cozinha oriental também marca presença, representada pelo tradicional Nanako. Uma alternativa que alia ambiente descontraído com boa cozinha é o Veríssimo Bar. Tudo na casa faz referência ao escritor gaúcho Luiz Fernando Veríssimo, com pratos e bebidas inspirados em seus textos, como o drinque ‘Sexo na Cabeça’, caipirinha de abacaxi, com limão e lima-da-Pérsia.

Cultura e lazer

O bairro é conhecido também por abrigar excelentes teatros e casas de espetáculos. O Via Funchal traz para seus palcos shows nacionais e internacionais, como o grupo norte-americano Smash Mouth que, em maio, se apresenta pela primeira vez no Brasil. O Credicard Hall, um dos maiores espaços da América Latina, apresenta, em maio, a banda Roxette, a cantora Paula Fernandes e o cantor Leonardo. Já o Teatro Alfa, abriga espetáculos de dança, óperas, orquestras, música popular, peças e musicais, com destaque para as apresentações infantis. Para quem gosta de rock, o HSBC Brasil apresenta em maio as bandas de rock dos anos 80 Concrete Blonde & Gene Loves Jezebel.

Matéria da Revista Christmas News, publicação da Grafite Feiras, produzida pela ML Jornalismo

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Rubem Alves sobre Monteiro Lobato

Rubem Alves, educador e escritor

“Não esqueço a primeira história de Monteiro Lobato que ouvi meu pai contar. Jeca Tatuzinho. Eu era pequeno, vivia na roça. Fiquei encantado especialmente pelo murro que o Jeca Tatuzinho deu na cara da onça papuda. Tantas vezes me leram essa história que acabei por decorá-la. Também me lembro com alegria das aulas de leitura na escola, da professora lendo para os alunos por puro prazer, sem exercícios de compreensão. Ela leu a obra inteira de Monteiro Lobato. E nós ouvíamos extasiados. Essas experiências talvez expliquem um pouco como, aos 8 anos, li espontaneamente a coleção inteira de literatura que meu pai assinava – Guy de Maupassant, Flaubert, Émile Zola…”

Trecho de entrevista concedida à Ml Jornalismo

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Tatiana Belinky sobre Monteiro Lobato

Tatiana Belinky, escritora

Sabe que o primeiro texto em português que caiu na minha mão – tinha 10 anos e eu nem falava português ainda, começava a arranhar só – foi um conto do Monteiro Lobato, que eu não sabia quem era e não sabia que importância ele teria mais tarde na minha vida. E nem era um livro comprado, era um folheto do Laboratório Fontoura sobre um remédio que eles distribuíam gratuitamente. E eu peguei e vi que tinha uma história lá com uma ilustração. E achei a história muito engraçada porque ele falava do caipira Jeca Tatuzinho, que tinha doença porque andava descalço, pegava bicho, pegava micróbios… Isso era para falar de remédio. Essa história ensinava que não tinha nada que andar descalço na lama porque pegava bicho e podia ficar doente. Aí o Jeca Tatu ficou tão impressionado que começou a andar de tamanco, ou sei-lá-o-que, e punha botinas até nas galinhas! Eu achei isso o máximo. Muito mais tarde eu fiz uma adaptação para a televisão e até para o cinema dessa história do Jeca Tatu com galinhas andando de botinas! E bem mais tarde eu conheci o Monteiro Lobato verdadeiro e foi uma paixão.

(…)

Quando o Monteiro Lobato apareceu na minha casa, foi ele quem nos procurou, por estranho que pareça, eu nunca teria coragem! Imagina se eu ia procurar Monteiro Lobato! A gente era muito admirador dele. Eu já era desde que li o Jeca Tatuzinho, mas imagina se eu teria coragem de procurá-lo para pedir autógrafo, essas coisas. Nunca! Eu tinha medo de conhecer as pessoas que eu admirava muito… E se de repente ele é um chato, de repente ele não é simpático e eu fico sem graça… E o Monteiro Lobato nós acabamos conhecendo muito…

(…)

O Monteiro Lobato contava que lia dicionário: quando ele ia procurar uma palavra, ele lia a página inteira e aprendia várias palavras. Por que não? As palavras de uma língua são muitas, muitas. Procurar uma melhor do que a outra…

(…)

* Entrevista concedida à ML Jornalismo

 

 

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Marisa Lajolo sobre Monteiro Lobato

Marisa Lajolo, estudiosa da obra de Lobato:

 Tenho a sorte de poder estudar um autor de quem gosto muito, que me acompanhou na infância.

 (…)

 Acho que os livros  “para-didáticos”  de Lobato tiravam o ambiente da aprendizagem da escola. Era no  sítio que as crianças aprendiam.  A obra de Lobato nunca se apresenta como “ parceira” ou “aliada”  da escola. As personagens, inclusive, volta e meia dizem que a escola é enfadonha e que o bom é aprender com Dona Benta. Acredito que esta irreverência com a instituição escolar estabelece uma parceria com o leitor, que retribui ficando leitor-cativo.

(…)

Uma questão instigante é o trajeto de Lobato para chegar aos Estados Unidos: nos anos 20 (do século idem), ele teve três contos traduzidos e publicados nos Estados Unidos. Como estes contos chegaram até lá? Quem os traduziu? Que tipo de leitor se interessou por eles? Outra vertente também fecunda é uma discussão minuciosa das diferentes edições da obra lobatiana adulta, particularmente dos livros não ficcionais, pouquíssimo discutidos e, desconfio, também pouquíssimo lidos!

 * Marisa Lajolo em entrevista à ML Jornalismo (2010)

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Monteiro Lobato: uma paixão nacional

Seu talento conquistou gerações seguidas de leitores. Quantos brasileiros pegaram o gosto pela leitura através de seus livros e até hoje o elegem como o maior escritor infantil de todos os tempos. Monteiro Lobato, o genial criador dos divertidos e inesquecíveis personagens do Sítio do 


Picapau Amarelo
,

compreendeu como poucos a cabeça das crianças. E que riqueza de imaginação! A curiosidade sem-fim da boneca Emília, brejeira e insubordinada como o próprio autor, que sempre foi franco e direto em suas opiniões; as explicações do cultíssimo Visconde de Sabugosa; as aventuras de Pedrinho e Narizinho e suas incursões pelo universo dos seres encantados, fábulas e lendas mitológicas; os causos misteriosos contados por Tia Nastácia; os interessantes serões de Dona Benta, em que ela recontava clássicos da literatura de um jeito muito sedutor… Tudo em sua literatura contribui para envolver e cativar.

Autêntico, com uma visão aguçada dos problemas políticos e econômicos do país, o escritor não relutava em criticar e denunciar o que estava errado. Essa firmeza era uma de suas características marcantes, inclusive quando se posicionava no campo da literatura. Combatia veementemente, sem jamais perder o senso de humor, as regras de ortografia, por exemplo, qualificando o uso exagerado de acentos como imbecilidade pura. Sobre a vendagem de livros no Brasil, comentou: Se o livro não se vende é porque não presta, isso em português claro. Os bons livros vendem-se muito bem. Os maus não, os leitores não compram, recusam. Eu acho que essa situação está na perfeita normalidade. Também se recusou gentilmente, por coerência e fidelidade a si mesmo, a aceitar a indicação para fazer parte da Academia Brasileira de Letras. (…) Mal comportado que sou, reconheço o meu lugar. O bom comportamento acadêmico lá de dentro me dá aflição

José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Cresceu numa fazenda e queria ser pintor, pois desenhava muito bem. Devido à oposição dos pais, entretanto, formou-se em Direito e acabou canalizando sua veia artística para a escrita, transportando para a literatura suas vivências como fazendeiro, como diplomata e até como leitor, ao fazer versões infantis de obras clássicas. Começou escrevendo para o público adulto, e já no livro de contos inaugural, Urupês, imprimiu um forte cunho nacionalista, introduzindo termos e tipos peculiares – como o Jeca Tatu – para falar das coisas de sua terra. Mas foi com o público infantil que ele obteve total ressonância. As crianças dizem que eu escrevi pouco para elas, que eu deveria ter escrito muito mais. E eu creio que sim. Eu perdi tempo escrevendo para gente grande, é uma coisa que não vale a pena, disse ele na última entrevista que concedeu a um radialista, dois dias antes de falecer por causa de um derrame, em 4 de julho de 1948.

Desde 2007, sua obra vem sendo relançada pela Editora Globo com projeto visual totalmente reformulado e ilustrações de diferentes artistas gráficos. Entre as novas publicações, encontra-se a extensa série de títulos infantojuvenis, como Viagem ao céuReinações de NarizinhoCaçadas de PedrinhoO Picapau AmareloA reforma da naturezaMemórias da EmíliaEmília no País da GramáticaHistórias de Tia NastáciaAventuras de Hans StadenO MinotauroOs doze trabalhos de HérculesO poço do ViscondeDom Quixote das crianças - puro encanto, em qualquer idade – e outros.

“A fantasia e o humor, uma homenagem à inteligência dos leitores, assim como o coloquialismo da linguagem, estão na base da ampla aceitação da obra lobatiana”, considera a escritora, professora e especialista em literatura Marisa Lajolo. Grande estudiosa de Monteiro Lobato, ela é autora e organizadora de vários livros sobre o escritor, entre eles Monteiro Lobato, um brasileiro sob medida, narrando fatos de sua vida, e Monteiro Lobato livro a livro - premiado com o Jabuti na categoria melhor livro de não-ficção 2009 -, que focaliza toda a trajetória da obra infantil de Lobato, mostrando como ele era sensível às expectativas de seu público e antenado com seu tempo.

Fruto de sua extraordinária capacidade inventiva, a obra de Monteiro Lobato se destaca também pela cuidadosa elaboração. E isso não aconteceu por acaso. Segundo Marisa Lajolo, o escritor era um trabalhador absolutamente incansável, que fazia e refazia os textos, mudava título, tirava capítulo, mexia e remexia em tudo até chegar aonde queria. A identificação com as crianças fica por conta do espírito insubordinado do autor que revolucionou o ambiente de aprendizagem: “Era no sítio que as crianças aprendiam”, ressalta Marisa. “Os livros ‘paradidáticos’ de Lobato nunca se apresentam como ‘parceiros’ ou ‘aliados’ da escola. Os personagens, inclusive, volta e meia dizem que a escola é enfadonha e que o bom é aprender com Dona Benta. Essa irreverência com a instituição escolar estabelece uma cumplicidade com o leitor, que retribui se tornando leitor cativo”.

Matéria da Revista Platero, produzida pela ML Jornalismo para a Livraria Martins Fontes

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Dia de Monteiro Lobato

Hoje, 18 de abril, é o dia de MONTEIRO LOBATO, um escritor especial, que fez a infância de gerações de brasileirinhos mais encantada.

Também é dia do Livro Infantil, e deixamos aqui nosso agradecimento e homenagem a todos os autores infantis, que com suas histórias levam nossa imaginação a um universo cheio de magia, aventuras e emoções.

E para comemorar esse dia tão especial, vamos postar matérias que publicamos sobre Monteiro Lobato e depoimentos, que colhemos em entrevistas ao longo dos anos, onde várias personalidades falam da importância desse grande escritor suas vidas e carreiras. 

 

 

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Relacionamento com o cliente no varejo

* Por Mauricio Morgado

O estabelecimento de relacionamento é fator-chave para o crescimento e sustentação dos negócios hoje em dia, particularmente no varejo.  Clientes satisfeitos voltam a comprar conosco e geram novos negócios. Além disso, indicam nossa loja para amigos, parentes e conhecidos. É um círculo VIRTUOSO. Mas, como iniciá-lo? Seguem conceitos e dicas para implementar uma máquina de gerar negócios – e clientes satisfeitos.

Área de influência

Todo varejista tem uma capacidade de atração de clientes limitada. As pessoas em geral procuram fazer suas compras perto de casa, preferencialmente deslocando-se o mínimo  possível. Quando marcamos o ponto de partida do cliente até a loja em um mapa, obtemos o que é chamado de área de influência da loja. Essa área de influência pode ser dividida em primária, de onde vêm cerca de 70% dos clientes e do  faturamento, e secundária, um pouco mais distante e da qual costumam vir os demais clientes.

Conhecer a área de influência é fundamental porque nos permite direcionar esforços de propaganda (distribuição de folhetos, por exemplo), definição da linha de mercadorias, perfil do atendimento e abrangência de programas de relacionamento que venhamos a realizar.

Para ter o desenho da área de influência de sua loja, basta perguntar para uma amostra de clientes de onde eles vieram (às vezes eles podem vir do local de trabalho) e depois plotar esses endereços em um mapa. É um instrumento muito útil e que ajuda a focar os esforços de marketing do varejista.

Marketing por banco de dados e marketing de relacionamento

É importante ter um banco de dados. Entretanto, não basta  somente saber de onde o cliente veio. Hoje em dia é fundamental que possamos ter seu nome, endereço, telefones e e-mail. É desejável também colher informações que nos ajudem a qualificá-lo melhor, como idade, sexo, suas preferências de compra etc.

Além disso, é importante que possamos armazenar o histórico de suas compras conosco. Idealmente deveríamos guardar em nosso banco de dados a data da compra, quanto ele gastou e o que comprou. Pesquisando e agrupando esses dados, podemos descobrir os clientes que mais nos visitam (frequência), os que mais gastam conosco (valor) e também o tipo de produto que compram (categoria). Por exemplo: se o cliente comprar mais produtos relacionados à beleza e bem-estar, poderíamos dirigir ofertas dessa natureza a ele; caso ele sempre compre produtos relacionados à cultura (livros, CDs e DVDs), poderíamos chamá-lo para participar de eventos sobre esses temas e assim por diante. O céu é o limite.

Com esse tipo de informação armazenada, ainda que no Excel ou no Access, será possível dirigir ofertas e esforços de relacionamento PERTINENTES. Isso quer dizer que os clientes receberão convites e promoções relacionados, de alguma forma, a seus interesses. Isso é particularmente importante quando falamos de varejistas que vendem produtos com demanda de alta sazonalidade. Nesses casos, o cliente tende a comprar durante uma ou duas vezes ao ano e, com um bom banco de dados, esse varejista pode, convenientemente, lembrar o cliente que está disponível, endereçando-lhe ofertas e promoções dirigidas.

CRM descomplicado

CRM – Customer Relationship Management (ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente) deve ser levado ao pé da letra para que possamos entender seu significado. Apesar de parecer coisa de empresa grande, pode ser praticado por varejistas dos mais diversos portes.

Como gerenciar o relacionamento do cliente com sua empresa:

Identificar os clientes atuais e potenciais

Saber o nome e endereço dos seus clientes atuais e, eventualmente, comprar mailing lists no mercado com nomes de potenciais

clientes na sua área de influência.

Diferenciar os clientes em termos de suas necessidades e seu valor para a empresa.

Separar o joio do trigo, diferenciando aposentados de mães, por exemplo, os que compram mais dos que compram menos, os que visitam mais a loja dos que visitam menos e por aí vai…

Interagir com os clientes de forma personalizada

Significa comunicar-se na base do um-a-um, conhecendo os interesses do cliente ou o que ele está mais propenso a comprar.

Customizar para cada cliente.

Personalizar o atendimento, a oferta, dando a sensação de que a loja se importa com ele, sabe seu nome, conhece suas preferências e características como idade, sexo e interesses. No caso dos produtos sazonais, isso é fundamental.

Resumindo, para se relacionar de forma personalizada com o cliente é necessário:

• Manter registro de compras dos clientes

• Conhecer seus hábitos de compra e de consumo

• Comunicar-se com ele de forma dirigida

• Fazer venda cruzada (quem comprou A, talvez precise de B)

• Manter histórico do relacionamento com o cliente

Ideias e dicas para relacionamento

Faz parte do relacionamento com o cliente aspectos do visual da loja – limpeza e organização, precificação correta e fachada.

Devemos considerar também aspectos relacionados ao atendente – uniforme, barba feita, cabelo penteado – e um atendimento atencioso. Insista para que seu funcionário:

1. Cumprimente o cliente

2. Auxilie na separação do produto que o cliente quer

3. Faça venda adicional

4. Acompanhe o cliente até o caixa

5. Despeça-se dele

6. Agradeça

7. Convide-o a voltar

Apresentamos uma lista de idéias que poderão ser facilmente implementadas na sua loja, que, com certeza, estimularão o relacionamento com seus clientes:
• Lançar promoções (na compra de…, leve…)
• Degustação (ou test-drive) de produtos
• Fornecer soluções completas
• Fazer campanhas em benefício da comunidade (vacinação, do
agasalho etc.)
• Oferecer pequenos itens de conforto: sacolas, cafezinho, chazinho,
espera para atendimento sentado, água
• Atendimento telefônico e entrega domiciliar
• Comemorações de aniversários (dos clientes do mês, da loja, da
cidade etc.)
• Oferecer cursos para clientes, como alimentação light, qualidade de vida, combate ao stress, entre outros.
• Recompensar a sua fidelidade

Medindo o sucesso
Uma maneira simples e eficiente de medir como está seu relacionamento com os clientes é adotar a ideia de Frederick Heichheld, apresentada no livro “A Questão Definitiva”. O autor sugere que façamos somente uma pergunta a todos os clientes atendidos: QUAL A PROBABILIDADE DE VOCÊ NOS INDICAR PARA UM AMIGO?

Heicheld propõe que calculemos o NPS, ou Net Promoter Score pela diferença entre o percentual dos que têm alta probabilidade de nos indicar (notas 9 e 10) e o percentual dos clientes que têm probabilidade menor de fazê-lo (notas abaixo de 6). Ele sugere que ignoremos os que considera neutros (notas 7 e 8). Se o seu NPS ficar maior do que 50%, você estará num caminho de crescimento e fidelização.

Conclusão

Para melhorar cada vez mais seu relacionamento com os clientes é fundamental que você faça o básico bem feito, que acompanhe o trabalho da concorrência e que faça benchmarking com as grandes redes e com outros negócios que você admira – um restaurante que atende bem ou uma outra loja, mesmo que não seja do seu ramo de atividade, na qual só de entrar dá vontade de comprar. É interessante também pensar em abrir outras frentes de negócios como, por exemplo, criar uma página no Facebook para fomentar uma comunidade de admiradores ou implementar um eficiente sistema de entrega domiciliar.

Boa sorte e grandes relacionamentos!

Maurício Morgado é consultor de varejo, palestrante e professor de marketing e varejo da FGV, coordenador de diversos cursos pela mesma escola e publica o Blog do Morgado (www.mauriciomorgado.com.br).

Matéria da Revista Christmas News, publicação da Grafite Feiras, produzida pela ML Jornalismo

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